Um Instante, Maestro!

Da esquerda para a direita : Wilton Franco, Maurício Sherman, José Messias, Antonio Bello, eu, Carlos Renato, Flavio Cavalcanti Jr., Humberto Reis, José Mandarino e Brochado.

UM INSTANTE, MAESTRO !

Em 1991 fui entrevistada pelo Luiz Antonio Giron, na época escrevendo para a Ilustrada (Folha de São Paulo) que fazia uma matéria sobre os dedo-duros na vida cultural brasileira, condição atribuída, entre outros, ao apresentador Flavio Cavalcanti. Fiquei tão possessa, pois havia trabalhado com Flavio na TV Tupi e sabia da durezas que havia passado durante o regime militar, que comecei a contar tudo o que sabia. Surpreso o Giron perguntou por que eu não escrevia um livro, e assim nasceu “Um Instante, Maestro”, um resgate e uma homenagem a este que foi meu amigo essencial por muitos anos.

O livro foi lançado pela Editora Record em 1993, abaixo algumas fotos da deliciosa noite de autógrafos onde reencontrei velhos e queridos amigos, no mesmo espaço onde fora o auditório do seu programa na TV Tupi, Urca, Rio de Janeiro.  A editora não se interessou em uma nova tiragem, e de vez em quando algum pesquisador me procura querendo ler o livro. Por esta razão resolvi disponibilizar na internet através do link

http://mongaku.net/public/downloads/Um-Instante-Maestro-_-Flavio-Cavalcante-_-Lea-Penteado.pdf

19 respostas para Um Instante, Maestro!

  1. Oi Lea,

    Agradeço sua disponibilização do seu livro um instante Maestro, pois para mim é muito importante pois faz parte de minha vida.Pois fui vizinho do Flávio em Jacarepaguá, e vivi uma parte dessa história.

  2. Obrigada, Léa por disponibilizar seu livro! Há séculos procurava e nada de encontrar. Conheci vc há mtos anos através de Edda Maria Sant’Anna, RP/RJ Editora Abril. Depois, estive algumas vezes com vc na na Bloch, onde eu ia encontrar-me com minha amiga Claudia Richer.
    E adorei ler no seu blog que vc era doida por Maysa! Eu também, alucinada!!! Tanto que estou escrevendo um livro sobre ela. Nada do que foi dito até agora. Digamos que, um outro olhar! Hoje mesmo jantarei com a biógrafa da Dolores Duran, a jornalista Angela de Almeida, que tb é uma grande amiga. Vou recomendar o seu blog.
    E agora vou correndo ler seu livro, a curiosidade me matando! Bjsssssssss

    • Claudia, eu cada vez me surpreendo mais com a sinergia do planeta… com as redes sociais os grupos vão se encontrando… espero que goste do livro… estou voltando para minha casa na Bahia depois de 20 meses em SP para escrever a outro livro com algumas historias que vivi… precisava liberar este… beijo e obrigada…

  3. Que bom ter essa oportunidade! Adoro saber histórias das figuras importantes da Tv brasileira e da música também. É engraçado de que como o seu mundo ou sua percepção aumenta, você engrandece! Obrigada Léa! Vou ler e recomendar!
    Bjoooo

  4. Oi, Léa.
    Demorei mas, encontrei você. Eu queria muito saber de você e de seus pais. O meu pai, José Magalhães, foi também Presidente do Clube do Girafa. Lembra dos jantares? Pois é. Minha mãe, sempre pergunta, onde vocês estão. Quando puder, por favor, me escreva.
    Um abraço,

    Maria Aparecida de Magalhães.

  5. Leleca querida,
    Como é próprio da minha idade jovial, se a Denise não me dissesse que o livro estava aqui, ia morrer de vontade de
    lê-lo pois você me disse que só havia um , que era o seu.
    Agora , a cada dia, vou lendo junto com os meus infindáveis
    livros do Rita.
    A propósito, madrinha, eu já disse que adoro você?
    Nenô

  6. Cara Léa:
    Tenho 55 anos,sou medico em Porto Alegre.Sou apenas um fã deste pessoal que participava dos programas do Flávio.Com prazer encontro estes teus relatos e volto a um tempo de juventude que nao volta mais.Obrigado por me ajudar neste resgate.Abraço.

    Henrique Gitz

  7. Lea
    A propósito do filme que vão fazer sobre Flávio, coloco-me à sua disposição, bem como do Flavinho e de Paloma Piragibe para quaisquer depoimentos informações sobre o universo Noite de Gala e todos os demais programas do Flávio, na TV Rio ou TV Tupi, onde trabalhei anos e anos, Rio e São Paulo. Fui redator pioneiro do primeiro Noite de Gala, privando diariamente da intimidade doméstica do Flávio, de Dona Belinha ,do Flavinho (então com 8 aninhos., pode?) . Quem me levou para o Flávio foram o escritor Henrique Pongetti, e seu grande amigo Joaquim Pinheiro, bem como o crítico Djalma Sampaio. Eu era muito jovem e certamente tenho muitas histórias para contar dessa época. Quando você entrou para o programa, eu já estava em outros shows da Tupi, sempre ao lado de Eduardo Sidney, Roberto Silveira e Ghiaroni, saudosos amigos, todos já desaparecidos, por isso qualquer sobrevivente pode ter muia raridade a comentar, ainda mais em se tratando de um profissional ainda atuante e produtivo, como eu . Meus telefones são 21-2287-3869 e 21-8577-7893.
    Um abraço,
    WILSON ROCHA

  8. Senhora Léa, boa noite!
    Eu não era seu admirador, antes de ler o livro “Um Instante, Maestro!” Me tornei seu fã. Que obra maravilhosa sobre o Flávio Cavalcanti! Fui um admirador dos programas apresentados por ele.
    Sou Renato Freitas, estudante no 7º semestre de jornalismo. O livro “Um Instante Maestro”, faz parte da minha biblioteca.
    Abraço,
    Renato Freitas

  9. Boa noite! Léa,
    Li o livro Um Instante, Maestro!
    Excelente, muito bom. Agora, faz parte de minha modesta biblioteca.
    Acesse o Blog e Twitter:
    renatofala.blogspot.com
    twitter.com/renatofala
    Abraço,
    Renato Freitas
    Estudante Jornalismo em Brasília – concluindo

  10. Um brevi resumo do livro Um instante, Maestro!
    Um Instante, Maestro! A história de um apresentador que fez história na TV – De autoria Léa Penteado, jornalista e escritora. Trabalhou numa assessoria como secretária executiva, e conviveu com o personagem no dia adia para montagem do programa na TV Tupi semanalmente. Um Instante, Maestro! A Grande Chance e o Programa Flávio Cavalcanti. Esses programas eram compostos de uma bancada de jurados com personalidades da televisão, artistas jornalistas e intelectuais.
    Esses foram os programas de grandes audiências do apresentador e crítico da música na televisão brasileira Flávio Cavalcanti, desde a década de 60 até o final da década de 80, embora censurado e controlado pelo o Conselho Superior de Censura.
    Em 33 capítulos, a autora Léa Penteado, mostra os dilemas e as angustias que o seu patrão viveu por causa da censura, entre 1971 e 1974. Portanto, esse é um livro que eu também recomendo aos estudantes de jornalismo. Vale apena conhecer um pouco da vida desse grande apresentador de televisão que foi Flávio Cavalcanti.
    Um depoimento
    Eu, Renato Freitas, tive o privilégio de conhecer o Sr. Flávio Cavalcanti, pessoalmente em sua casa em Petrópolis, numa visita que eu resolvi lhe fazer. Na época, eu, estava num evento no Hotel Nacional Rio, e aí, resolvi fazer essa visita ao meu ídolo. Esse dia, era uma quarta feira à tarde do mês de abril de 1977. Guardo comigo até hoje, uma mensagem escrita e assinada por ele ao meu Clube de Lions, que eu fazia parte.

  11. pena q o link está espirado, eu queria baixar o livro

  12. EU TOMO POSSE AGORA DE TODOS OS MILAGRES QUE SOU MERECEDORA

  13. Léa, eu gostaria que você me informasse sobre o filme Flávio Cavalcante. Como posso adquirir uma cópia. Para mim seria um prazer enorme, eu assistir o filme. Lhe serei muto grato, se me for possível uma cópia.
    Abraço,
    Renato Freitas
    jornalista

  14. Lea, depois do filme sobre Chacrinha, Simonal e tantos outros, acho que chegou a hora de alguém fazer um filme sobre Flávio Cavalcanti, e o seu livro “Um instante Maestro!”, claro, seria a base.

  15. Oi Lea como consigo umlink para seulivro? agradeço! natercia Soares!

  16. Obrigado pelo livro, Léa. Eu era criança quando rolou a história do Simonal, mas já folheava os exemplares de O Pasquim que meu pai comprava, e comprei a versão deles. Foi um choque assistir ao filme dele e ver como as coisas realmente se passaram. Acredito que a leitura do seu livro vai mudar muitos dos conceitos que eu tinha sobre o Flávio.
    Mas eu sempre ouvi falar da famosa entrevista que ele concedeu ao Pasquim (oportunidade que eu creio que o Simonal não chegou a ter). Vc teria uma cópia dela?
    Abraço e parabéns pelo trabalho…

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