Quando a Passarela do Samba foi inaugurada em 1984 eu estava voltando a morar no Brasil depois um longo período nos Estados Unidos e Carlos Imperial me convidou a fazer parte de um grupo de possíveis jurados. Ainda bem que não fui sorteada pois perderia a experiência de ficar vendo tudo de perto. Voltei várias vezes. Algumas como espectador, outras desfilando. A última vez foi em 1993 com o Salgueiro no enredo “Um ita no norte” que deu a vitoria a escola da Tijuca. Desde o ano passado estou envolvida com a Beija Flor e o enredo ” A Simplicidade de um Rei” e virei azul e branco, impossível não entrar com coração num processo como este. Diante dos tantos encontros e reuniões com a presidência e diretores um dia antes do desfile recebi do pres. Anisio uma camisa com a inscrição Diretoria nas costas. Levei a sério a condecoração e vim na frente num trabalho de ser uma a mais a ajudar a levantar o publico que ficou embaixo de chuva esperando a escola.
Foi uma alegria enorme e também meu reencontro com o Rio. Desfilando revi na platéia amigos como o Gonçalo da Tap, o Antonio Pedro ex-deputado e Heloisa. da equipe Cesar Maia, Mauricio Mattos do Rio Samba e Carnaval, e muitos outros. Atravessei cantando, feliz e pingando de suor. Olhando nos olhos o publico nas frisas, incentivando a cantar, fazia a minha parte com a responsabilidade de estar vestindo a camisa da diretoria.
E foi com este espírito que fiquei acompanhando o resultado até a vitoria merecida. Foi unânime a nota 10 para o enredo assim com o aplauso dos jurados qdo RC passou no alto do carro. Respeito, consideração, ele merece. Sábado estarei de volta com todo gas. E vamos levantar de novo a Sapucaí. Enviado do meu BlackBerry® da TIM
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